O aperto chegou primeiro exatamente onde o modelo de comitê tem mais dificuldade de operar: incorporadora de pequeno e médio porte, projeto fora do eixo, operação que não cabe no formulário.
Enquanto isso, outro bolso cresceu. CRIs, FIDCs, fundos, family offices e securitizadoras. Dinheiro procurando projeto, sem porta de entrada: cada financiador tem mandato próprio e apetite de risco próprio.
Encontrar os certos é trabalho de rede e de leitura técnica. É essa ponte que a gente faz todo dia.



